A cavalo dado não se olha o dentes
A justiça tarda, mas não falha
A conversa não chegou à cozinha
A esperança é a última que morre
A montanha pariu um rato
A rico não devas e a pobre não prometas
A ver navios
Água do rio corre para o mar
Água mole em pedra dura tanto bate até que fura
Águas passadas não movem moinhos
Amigos, amigos, negócios à parte
Apanhar com a boca na botija
Assim como vive o Rei, vivem os vassalos
Atirei no que vi e acertei no que não vi
Barbas de molho
Bexiga Lixa
Bexiga taboca
Boa árvore, bons frutos
Boi em terra alheia é vaca
Cada cabeça cada sentença
Cada doido com sua mania
Cada macaco no seu galho
Cagar fino
Cão chupando manga
Tampa de Crush"
Cão que ladra não morde
Capar o gato
Cara de cachorro que caiu da mudança
Cara-de-pau
Caras e bocas
Carne de cú de tetéu
Cesteiro que faz um cesto faz um cento
Chover no molhado
Comprar gato pro lebre
Cor de burro quando foge
Cú de burro
Cuspido e escarrado
Dar a César o que é de César
Dar o seu a seu dono
Dar uma no cravo e outra na ferradura
De mal a pior
De médico e de louco, todos nós temos um pouco
De grão em grão a galinha enche o papo
Disco arranhado
Diz-me com quem andas, que te direi quem és
Durma com um barulho desses
É dificil agradar a gregos e troianos
Em banda de lata
Em bom português
Em casa de ferreiro, espeto de pau
Em rio que tem piranha, jacaré nada de costas
Em terra de cegos quem tem um olho é rei
Entre marido e mulher não se mete a colher
Escuro de meter dedo no olho
Estar na pindaíba.
Fazendo biquinho
Fazer o balão
Filho de peixe é peixinho
Fogo nas ventas
Fugir com o rabo entre as pernas
Galinha de campo não quer capoeira
Gato escaldado de água fria tem medo
Gota serana
Há males que vêm por bem
Juntam-se as comadres, descobrem-se as verdades
Lascado do primeiro ao quinto
Ladrão que rouba ladrão, tem cem anos de perdão
Mais depressa se apanha um mentiroso que um coxo.
Mais apertado que cu de calango
Mais enfeitado que a burrinha de Zé Garcia.
Mais irado que menino cagado
Mais vale burro vivo que sábio morto
Mais vale ficar vermelho cinco minutos,
que amarelar pro resta da vida
Mais vale prevenir do que remediar
Mais vale um pássaro na mão do que dois voando
Manda quem pode, obedece quem tem juízo
Mata tem olho e paredes têm ouvidos
Matar dois coelhos com uma cajadada
Mentira tem pernas curtas.
Meter os pés pelas mãos
Metido a cavalo do cão
Misturar alhos com bugalhos
Morreu Maria Preá
Não é carne nem peixe
Não faz nem deixa fazer
Não fazer mal a uma mosca
Não ter papas na língua
Nem oito nem 80
Nem só de pão vive o homem
Nem tanto ao mar nem tanto à terra
Nem tudo o que reluz é ouro
Nos cafundós do Judas
Nunca digas: desta água não beberei
Nunca o vi mais gordo
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O barato sai caro
O barulho não faz bem e o bem não faz barulho
O hábito não faz o monge
O pão do pobre cai sempre com a manteiga para baixo
O pior cego é o que não quer ver
O que é vivo sempre aparece
O que tu dizes não se escreve
O seguro morreu de velho e o desconfiado ainda vive
Onde Judas perdeu as botas
Os cães ladram e a caravana passa
Os vivos são sempre e cada vez mais dirigidos pelos mais vivos
Para bom entendedor, meia palavra basta
Para grandes males, grandes remédios
Pelo sim, pelo não
Pensando na morte da bezerra
Perder as estribeiras
Perdido por cem, perdido por mil
Pimenta nos olhos dos outros, é refresco
Pior a emenda que o soneto
Pôr o carro à frente dos bois
Puxar a brasa para a sua sardinha
Quando a esmola é grande, o cego desconfia
Quando as galinhas tiverem dentes
Quando o sábio aponta para a Lua, o idiota olha para o dedo.
Quando pobre come frango, um dos dois está doente
Quando um burro fala, os outros baixam as orelhas
Quando um não quer, dois não brigam
Quanto mais alto, maior é a queda
Quem ama o feio, bonito lhe parece
Quem assim fala não é gago
Quem cala, consente
Quem canta seus males espanta
Quem casa quer casa
Quem com ferro fere, com ferro será ferido
Quem comeu a carne que roa os ossos
Quem conta um conto aumenta um ponto
Quem dá aos pobres empresta a Deus
Quem desconfia de tudo, adivinha metade
Quem desdenha quer comprar
Quem diz o que quer, ouve o que não quer
Quem espera sempre alcança
Quem estar na chuva é pra se molhar
Quem faz filho na mulher alheia não pode reclamar
do tamanho da mamadeira
Quem morre de véspera é peru
Quem muito fala muito erra
Quem muito se abaixa, o rabo aparece
Quem não arrisca não petisca
Quem não chora não mama!
Quem não deve não teme
Quem não tem cão, caça com gato
Quem o alheio veste, na praça se despe
Quem pode o mais pode o menos
Quem quer vai, quem não quer manda
Quem sabe, sabe! quem não sabe, se sacode
Quem sai aos seus não degenera
Quem se mistura aos porcos farelos com eles.
Quem semeia vento colhe tempestade
Quem tem boca vai a Roma
Quem tem cu tem medo
Quem tem padrinho não morre pagão
Quem tem pressa come crú
Quem tem telhado de vidro não atira pedras no do vizinho
Quem tudo quer tudo perde
Quem vai ao vento perde o assento
Quem vai passear perde o lugar
Quem vê cara não vê coração
Querer é poder
Remenda o teu pano e dura mais um ano.
Volta a remendar e mais um ano vai durar.
Risco n’água
Se Maomé não vai à montanha, a montanha vai a Maomé
Se merda fosse dinheiro, pobre nascia sem cu
Se sabes o que eu sei, cala-te que eu me calarei
Sem eira nem beira
Sem quebrar ovos não se faz omelete
Sem um tostão furado
Sol e chuva, casamento de viúva
Solto na Buraqueira
Tal pai, tal filho
Tamborete de forró
Tanto faz dar na cabeça como na cabeça dar
Tapar o sol com uma peneira
Ter memória de elefante
Ter panos para mangas
Tirar o cabaço
Todos os caminhos levam a Roma
Trair e coçar é só começar
Trocar seis por meia dúzia
Um pé lá, outro cá
Uma mão lava a outra e ambas lavam a cara
Uma só andorinha não faz o verão
Vencer sem luta é triunfar sem glória |
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